Arquivo de fevereiro de 2012

O Profissional de RH

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Ao tomarmos as pessoas como ponto de partida do sucesso de toda e qualquer organização, torna-se fundamental termos definidos e padronizados os processos de ingresso e de admissão. O profissional de RH, de Recrutamento e Seleção, entre outras diversas nomenclaturas existentes para esse cargo, deve ter em mãos e saber como utilizar as inúmeras ferramentas e os instrumentos para poder adequar a pessoa certa ao lugar certo.

No Grupo AGP, esse objetivo é atingido através do uso de métodos, de instrumentos e de técnicas atuais e eficazes para cada tipo de organização e principalmente para cada função ou vaga a ser preenchida, bem como através do profissional adequado e qualificado para realizar essa árdua tarefa de Recrutamento e Seleção.

Como são as pessoas que formam as organizações, nada mais adequado do que se investigar os processos de Recrutamento e Seleção dentro da área de Recursos Humanos, visto que essa apresenta fundamental importância para a vida de toda e qualquer empresa, pois a área tem como objetivo o bem-estar completo dos funcionários e a sua adaptação ao mundo do empregador.

De forma global, vale ressaltar a grande importância que têm a área de Recursos Humanos dentro das organizações, pois trata da vida de cada colaborador ao gerenciar a admissão, os benefícios, a motivação, os salários e, consequentemente, a demissão. Sob esse ponto de vista, muitas vezes é vantajosa a contratação de uma empresa especializada, com profissionais qualificados e experientes para atuar neste campo.

Quando falamos em recrutamento, referimo-nos à forma de como buscar a mão-de-obra que necessitamos no mercado de trabalho através de várias ferramentas como anúncios em mídias impressas e eletrônicas, como websites, jornais, revistas, recrutamento externo/interno ou até a utilização de diversas formas, que denominamos recrutamento misto. Cada método de recrutamento possui características favoráveis e contrárias. No entanto, cabe a cada empresa definir, juntamente com o responsável por esse processo, qual será a melhor forma a ser utilizada e que encontre, em menor tempo possível, a pessoa certa para o lugar certo.

Para que essa busca seja eficaz as empresas precisam ter definidos alguns itens como, por exemplo, a descrição de cargos, para que o recrutador saiba o quem está procurando. Para isso, utilizamos diversos tipos de formulários para cada candidatura, solicitação de empregos e variados tipos de currículos. Portanto, é um subsetor de extrema importância, pois é onde tudo começa: a busca pelo novo colaborador que irá contribuir para o crescimento e o desenvolvimento da empresa.

Podemos falar que a seleção é filtro entre os recrutados, ou seja, é o momento da decisão. Existem muitas técnicas e instrumentos, porém, há um consenso quando se fala em entrevista – o famoso cara-a-cara, pois a partir disso as chances de erro na contratação podem ser minimizadas.

De acordo com a função a ser preenchida, utilizamos testes de conhecimento ou práticos como, por exemplo, o uso de microcomputador, digitação, operação de equipamentos, entre outros, que representem a realidade do trabalho que aquele candidato poderá assumir. Em alguns casos, quando a função exigir maiores esforços mentais e intelectuais lançamos mão do profissional de Psicologia, que fornece subsídios sobre personalidade, características pessoais passadas, atuais e provavelmente futuras. Porém, nenhum desses testes pode ser usado isoladamente, sendo, portanto a entrevista a melhor opção para o levantamento de dados.

Desta forma, contamos com um time de profissionais bastante flexíveis e qualificados, que utilizam uma gama de recursos, técnicas e instrumentos para atingir os objetivos esperados pela organização, ou seja, contratar a pessoa certa para o lugar certo. Importante salientar, ainda, que tudo varia de empresa para empresa, conforme a cultura, os objetivos, as metas, as necessidades e até mesmo os custos destinados ao processo de R&S.

 

Por que “Lei de Cotas” para pessoas com deficiência?

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Por: Açucena Calixto Bonanato

Para tornar visível uma grande e significativa fatia da sociedade, economicamente ativa, e que hoje corresponde a 26 milhões de pessoas com deficiência no Brasil. Quando a indiferença e a banalidade não nos deixam ver pessoas iguais a nós, a lei, mesmo que coercitiva, faz valer esse direito.

A ideia do legislador, era conhecer esse potencial humano, identificá-lo, trazer à tona uma realidade que emerge todos os dias, afinal a diferença entre os “normais”, ou sem deficiência aparente, e os que são deficientes é de apenas 1 segundo.

A lei 8.213/91 relata que a empresa com 100 ou mais empregados está obrigada a preencher de 2% a 5% dos seus cargos com pessoas portadoras de deficiência e a partir dessa formulação, as pessoas com deficiência, tem legalmente condição de entrar no mercado de trabalho.

Perfeito. Temos a lei. E agora?

Então fizeram as primeiras adaptações, sempre para “quebrar o galho”. Qualquer coisa serve. Será?
Ouvi declarações de empresários… ”Essa lei não pega, prefiro pagar”.

E para a surpresa de muitos e alegrias de muitos mais, a lei pegou e pega feio até hoje. E na parte mais sensível do corpo humano: o bolso.
Todos os dias esbarramos com pessoas com deficiência, de primeiro momento temos a curiosidade e quase imediatamente a piedade e depois nos acostumamos com eles, nos semáforos, próximo a hospitais, às clinicas. Acostumamos.

E pasmem senhores leitores, eles não moram em cavernas, nem somem ao final do dia.

Então, amanhã e assim sucessivamente, estarão lá.

Difícil é quando nos pedem ajuda ou quando precisamos interagir com eles.

O que fazer quando não enxergam? O que fazer se não possuem os braços? E como eu vou falar com o surdo?

Pois podem acreditar, as formas de comunicação são surpreendentes, não tenho os braços, mas tenho o sorriso, não tenho as pernas, mas chego em qualquer lugar, não ouço, mas identifico qualquer emoção, não tenho a visão, mas, eu tenho o coração.

E é a mais pura verdade. Eu posso afiançar.

Entre as tantas entrevistas que realizei nestes meus 20 anos de trabalho com pessoas deficientes, auditivas, mentais, visuais, físicas e múltiplas, muitas histórias de superação, de dignidade, de amor à vida eu ouvi, mas em todas elas encontrei um ponto comum, a necessidade de serem vistos com respeito.

É claro que não é fácil, pois conviver entre pessoas já é complicado.

Somos todos humanos, com vontades e necessidades e valores diferenciados. Mas eu penso que sempre é mais difícil para o que não crê.
As pessoas com deficiência possuem habilidades, são competentes, interessadas, ativas e muito produtivas. Assertivas e responsáveis, criativas e dedicadas, pontuais e dignas. E muitos têm família e dependentes para gerir.

Pergunto: Quem são os diferentes?

Reconhecer no próximo a dignidade e a capacidade é permitir que ele tenha os mesmos direitos e benefícios que você tem.
Cada um de nós é responsável por esse enorme contingente de pessoas. O Poder Público na formação e na aplicação da lei, mesmo que de forma coercitiva; a Pessoa Jurídica com oportunidade de trabalho, com cursos de capacitação, com inclusão e acessibilidade, com a interatividade dentro das empresas; e a Pessoa Física com a tolerância, com a disposição, com a responsabilidade de reconhecer no seu próximo a competência e a habilidade que cada pessoa com deficiência possui.

E se você leitor está entre aqueles que fazem toda a diferença na sua empresa e na vida, ofereça os efeitos desta lei, capacite, prepare e invista para que as pessoas que tem deficiência possam ter uma oportunidade.

Surpreenda-se de maneira prazerosa, com as ideias, com a criatividade. Escute a realidade do deficiente e encontrará um potencial humano valioso e disposto a crescer na empresa, a dedicar-se a novos desafios, por que superação é a sua palavra favorita.

Luz, câmera e ação!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

“O cinema não tem fronteiras nem limites. É um fluxo constante de sonhos”, dizia o cineasta Orson Welles. Pode-se constatar, no entanto, que as histórias mostradas nos telões dos cinemas do mundo podem ser adaptadas e servirem de exemplo para os obstáculos da vida profissional.
A diferença está em prosseguir pelos caminhos corporativos sem contar com o auxílio de uma trilha sonora instigante ou de um tão desejado dublê para cenas de perigo. De resto, tudo pode ser muito parecido.

Um dos casos mais comuns que pode ser observado em qualquer ambiente empresarial é o do filme “O Diabo Veste Prada“. Andrea Sachs (Anne Hathaway) é uma jovem que conseguiu um emprego na Runaway Magazine, a mais importante revista de moda de Nova York. Ela passa a trabalhar como assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep), principal executiva da revista. Apesar da chance que muitos sonhariam em conseguir, logo Andrea nota que trabalhar com Miranda não é tão simples assim.

Este filme pode ser utilizado para promover discussões sobre diferenças e aceitação, comportamento e capacidade de realização, diferenças de estilo, forma de tratar as pessoas e resultados produtivos, abuso do poder e suas consequências negativas, o papel do executivo e o aprendizado com o chefe.

O lado positivo do filme refere-se ao fato de trabalhar para um chefe exigente, o que pode ser uma excelente oportunidade de aprendizado e desenvolvimento para qualquer profissional, além disso, ser exigente consigo mesmo e com os outros torna a pessoa mais capaz de realizar o que realmente tem valor. Vale lembrar que ser exigente não quer dizer que a pessoa deve ser insensível ao extremo como no caso do filme.

Pipoca e lápis na mão!
Outros dois filmes em especial apresentam aspectos de liderança que podem ser levados para o ambiente corporativo.

No longa “Mestre dos Mares – O Lado Mais Distante do Mundo” é revelado que a atitude da chefia gera o comportamento da equipe. A história se passa em torno de Jack Aubrey (Russell Crowe), capitão do H.M.S. Surprise, um dos principais navios de guerra da marinha britânica. O filme foca o respeito, que traz a disciplina. A perspicácia do líder – sempre atento a toda equipe e dando o devido feedback aos comandados, isso é essencial.

Outro bom filme que segue o conceito de liderança é “Duelo de Titãs“. Herman (Denzel Washington), um técnico negro de futebol americano, é contratado para trabalhar com um time integrado de duas escolas colegiais, os ‘Titãs’. Para isso, tem de enfrentar a indiferença dos jogadores e um frio relacionamento com seu assistente, Bill Yoast, o técnico que perdeu a vaga para ele.
O foco desta peça é a liderança gerando respeito, a união na equipe através do conhecimento de cada ser humano. Com técnica e relação interpessoal, consegue-se atingir o objetivo: preparar os jogadores perfeitos, ganhar um campeonato e reduzir o preconceito racial.

Outras dicas

De acordo com os especialistas, os profissionais que quiserem buscar mais filmes que podem ser associados à carreira podem procurar por:
A Procura da Felicidade – Trata-se da história de um homem obstinado que luta para sobreviver e sustentar seu filho, mesmo sob as mais árduas circunstâncias, sem que isso o faça ignorar os principais valores nem perder as esperanças.
Wall Street: Money Never Sleeps – Conta os percalços e as situações vividas por profissionais ligados à área financeira dos EUA, especialmente a Bolsa de Valores.


  • Quem somos

    A AGP, como o próprio nome indica, tem como objetivo a ASSESSORIA NA GESTÃO DE PESSOAL, englobando todo o processo de recrutamento & seleção e administração de contratos, dentro dos parâmetros legais que cabem a cada um deles.

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