14 maneiras para manter-se motivado

1 de março de 2012 | Por: Grupo AGP

Há quem diga que o ano no Brasil só começa pra valer depois do Carnaval. Se para você esta é uma verdade ou não, tanto faz. Independentemente da época, dicas para manter-se produtivo e motivado são sempre bem-vindas. Por isso, segue abaixo 14 dicas do guru Omar Periu, um dos palestrantes motivacionais mais conhecidos do mundo, ao site da revista Inc.

1. Condicione sua mente. Essa é básica. Concentre-se nos pensamentos positivos e evite os pensamentos negativos.

2. Condicione seu corpo. Sem energia física fica difícil manter-se em ação. Mantenha suas metas de alimentação e exercícios físicos em dia e as siga como um plano de negócios.

3. Evite pessoas negativas. Elas sugam sua energia e desperdiçam seu tempo. Permanecer junto a elas é o mesmo que atirar no próprio pé.

4. Fique perto dos motivados. A primeira vantagem é que a energia positiva passará para você. A segunda é que você poderá imitar as estratégias de sucesso do motivado.

5. Tenha objetivos, mas mantenha-se flexível. Nenhum plano deve ser desenhado de maneira que se torne mais importante do que alcançar a meta.

6. Atue com um propósito maior. Qualquer atividade ou ação que não servir o seu objetivo maior é esforço desperdiçado – e deve ser evitado.

7. Assumir a responsabilidade por seus próprios resultados. Evite culpar ou dar crédito à intervenção da sorte, do destino ou do divino. Assuma seus erros e também seus acertos.

8. Estenda seus limites diariamente. Andar por caminhos antigos e conhecidos é como envelhecer. Estender-se por novas trilhas faz você crescer e evoluir.

9. Não espere perfeição, faça agora! Os perfeccionistas são os perdedores no jogo da vida. Busque a excelência em vez do inatingível.

10. Comemore suas falhas. Suas lições mais importantes na vida virão a partir do que você não conseguir. Tire um tempo para entender onde falhou.

11. Não leve o sucesso muito a sério. O sucesso de hoje pode ser o fracasso de amanhã. Não se acomode nunca.

12. Evite metas fracas. Os objetivos são a alma da conquista. Evite o “Eu vou tentar…”. Prefira o “Eu quero” ou “eu devo”.

13. Não agir é a única falha real. Se você não agir, falha por padrão e não consegue nem mesmo aprender com a experiência.

14. Pense antes de falar. Mantenha silêncio em vez de expressar algo que não serve ao seu propósito.

Fonte: Época Negócios

O Profissional de RH

2 de fevereiro de 2012 | Por: Grupo AGP

Ao tomarmos as pessoas como ponto de partida do sucesso de toda e qualquer organização, torna-se fundamental termos definidos e padronizados os processos de ingresso e de admissão. O profissional de RH, de Recrutamento e Seleção, entre outras diversas nomenclaturas existentes para esse cargo, deve ter em mãos e saber como utilizar as inúmeras ferramentas e os instrumentos para poder adequar a pessoa certa ao lugar certo.

No Grupo AGP, esse objetivo é atingido através do uso de métodos, de instrumentos e de técnicas atuais e eficazes para cada tipo de organização e principalmente para cada função ou vaga a ser preenchida, bem como através do profissional adequado e qualificado para realizar essa árdua tarefa de Recrutamento e Seleção.

Como são as pessoas que formam as organizações, nada mais adequado do que se investigar os processos de Recrutamento e Seleção dentro da área de Recursos Humanos, visto que essa apresenta fundamental importância para a vida de toda e qualquer empresa, pois a área tem como objetivo o bem-estar completo dos funcionários e a sua adaptação ao mundo do empregador.

De forma global, vale ressaltar a grande importância que têm a área de Recursos Humanos dentro das organizações, pois trata da vida de cada colaborador ao gerenciar a admissão, os benefícios, a motivação, os salários e, consequentemente, a demissão. Sob esse ponto de vista, muitas vezes é vantajosa a contratação de uma empresa especializada, com profissionais qualificados e experientes para atuar neste campo.

Quando falamos em recrutamento, referimo-nos à forma de como buscar a mão-de-obra que necessitamos no mercado de trabalho através de várias ferramentas como anúncios em mídias impressas e eletrônicas, como websites, jornais, revistas, recrutamento externo/interno ou até a utilização de diversas formas, que denominamos recrutamento misto. Cada método de recrutamento possui características favoráveis e contrárias. No entanto, cabe a cada empresa definir, juntamente com o responsável por esse processo, qual será a melhor forma a ser utilizada e que encontre, em menor tempo possível, a pessoa certa para o lugar certo.

Para que essa busca seja eficaz as empresas precisam ter definidos alguns itens como, por exemplo, a descrição de cargos, para que o recrutador saiba o quem está procurando. Para isso, utilizamos diversos tipos de formulários para cada candidatura, solicitação de empregos e variados tipos de currículos. Portanto, é um subsetor de extrema importância, pois é onde tudo começa: a busca pelo novo colaborador que irá contribuir para o crescimento e o desenvolvimento da empresa.

Podemos falar que a seleção é filtro entre os recrutados, ou seja, é o momento da decisão. Existem muitas técnicas e instrumentos, porém, há um consenso quando se fala em entrevista – o famoso cara-a-cara, pois a partir disso as chances de erro na contratação podem ser minimizadas.

De acordo com a função a ser preenchida, utilizamos testes de conhecimento ou práticos como, por exemplo, o uso de microcomputador, digitação, operação de equipamentos, entre outros, que representem a realidade do trabalho que aquele candidato poderá assumir. Em alguns casos, quando a função exigir maiores esforços mentais e intelectuais lançamos mão do profissional de Psicologia, que fornece subsídios sobre personalidade, características pessoais passadas, atuais e provavelmente futuras. Porém, nenhum desses testes pode ser usado isoladamente, sendo, portanto a entrevista a melhor opção para o levantamento de dados.

Desta forma, contamos com um time de profissionais bastante flexíveis e qualificados, que utilizam uma gama de recursos, técnicas e instrumentos para atingir os objetivos esperados pela organização, ou seja, contratar a pessoa certa para o lugar certo. Importante salientar, ainda, que tudo varia de empresa para empresa, conforme a cultura, os objetivos, as metas, as necessidades e até mesmo os custos destinados ao processo de R&S.

 

Por que “Lei de Cotas” para pessoas com deficiência?

2 de fevereiro de 2012 | Por: Grupo AGP

Por: Açucena Calixto Bonanato

Para tornar visível uma grande e significativa fatia da sociedade, economicamente ativa, e que hoje corresponde a 26 milhões de pessoas com deficiência no Brasil. Quando a indiferença e a banalidade não nos deixam ver pessoas iguais a nós, a lei, mesmo que coercitiva, faz valer esse direito.

A ideia do legislador, era conhecer esse potencial humano, identificá-lo, trazer à tona uma realidade que emerge todos os dias, afinal a diferença entre os “normais”, ou sem deficiência aparente, e os que são deficientes é de apenas 1 segundo.

A lei 8.213/91 relata que a empresa com 100 ou mais empregados está obrigada a preencher de 2% a 5% dos seus cargos com pessoas portadoras de deficiência e a partir dessa formulação, as pessoas com deficiência, tem legalmente condição de entrar no mercado de trabalho.

Perfeito. Temos a lei. E agora?

Então fizeram as primeiras adaptações, sempre para “quebrar o galho”. Qualquer coisa serve. Será?
Ouvi declarações de empresários… ”Essa lei não pega, prefiro pagar”.

E para a surpresa de muitos e alegrias de muitos mais, a lei pegou e pega feio até hoje. E na parte mais sensível do corpo humano: o bolso.
Todos os dias esbarramos com pessoas com deficiência, de primeiro momento temos a curiosidade e quase imediatamente a piedade e depois nos acostumamos com eles, nos semáforos, próximo a hospitais, às clinicas. Acostumamos.

E pasmem senhores leitores, eles não moram em cavernas, nem somem ao final do dia.

Então, amanhã e assim sucessivamente, estarão lá.

Difícil é quando nos pedem ajuda ou quando precisamos interagir com eles.

O que fazer quando não enxergam? O que fazer se não possuem os braços? E como eu vou falar com o surdo?

Pois podem acreditar, as formas de comunicação são surpreendentes, não tenho os braços, mas tenho o sorriso, não tenho as pernas, mas chego em qualquer lugar, não ouço, mas identifico qualquer emoção, não tenho a visão, mas, eu tenho o coração.

E é a mais pura verdade. Eu posso afiançar.

Entre as tantas entrevistas que realizei nestes meus 20 anos de trabalho com pessoas deficientes, auditivas, mentais, visuais, físicas e múltiplas, muitas histórias de superação, de dignidade, de amor à vida eu ouvi, mas em todas elas encontrei um ponto comum, a necessidade de serem vistos com respeito.

É claro que não é fácil, pois conviver entre pessoas já é complicado.

Somos todos humanos, com vontades e necessidades e valores diferenciados. Mas eu penso que sempre é mais difícil para o que não crê.
As pessoas com deficiência possuem habilidades, são competentes, interessadas, ativas e muito produtivas. Assertivas e responsáveis, criativas e dedicadas, pontuais e dignas. E muitos têm família e dependentes para gerir.

Pergunto: Quem são os diferentes?

Reconhecer no próximo a dignidade e a capacidade é permitir que ele tenha os mesmos direitos e benefícios que você tem.
Cada um de nós é responsável por esse enorme contingente de pessoas. O Poder Público na formação e na aplicação da lei, mesmo que de forma coercitiva; a Pessoa Jurídica com oportunidade de trabalho, com cursos de capacitação, com inclusão e acessibilidade, com a interatividade dentro das empresas; e a Pessoa Física com a tolerância, com a disposição, com a responsabilidade de reconhecer no seu próximo a competência e a habilidade que cada pessoa com deficiência possui.

E se você leitor está entre aqueles que fazem toda a diferença na sua empresa e na vida, ofereça os efeitos desta lei, capacite, prepare e invista para que as pessoas que tem deficiência possam ter uma oportunidade.

Surpreenda-se de maneira prazerosa, com as ideias, com a criatividade. Escute a realidade do deficiente e encontrará um potencial humano valioso e disposto a crescer na empresa, a dedicar-se a novos desafios, por que superação é a sua palavra favorita.


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    A AGP, como o próprio nome indica, tem como objetivo a ASSESSORIA NA GESTÃO DE PESSOAL, englobando todo o processo de recrutamento & seleção e administração de contratos, dentro dos parâmetros legais que cabem a cada um deles.

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